Texto de Léia Machado, publicado no portal Risk Report, em 10 de setembro de 2012. Clique para ver o original Segundo o último levantamento da consultoria IDC, o mercado brasileiro de Segurança da Informação movimentou US$ 779 milhões em 2011. Desse valor, software representa 32%, hardware 25% e serviços 43%. “A nossa percepção é de […]
Assuntos: Dicas para a segurança de suas aplicações Web, iBLISS inicia atuação na região Nordeste, Hackers roubam informações de cérebros humanos e Seis lições de Segurança Corporativa.
Imagem: Obvius É possível hackear o cérebro humano? Durante a Conferência Usenix sobre Segurança, realizada em agosto no Estado de Washington, pesquisadores mostraram que sim. Em um estudo com 28 pacientes usando interfaces “cérebro-computadores” – Brain-Computer Interfaces (BCI) – comerciais, os pesquisadores descobriram que é possível hackear um cérebro e obrigá-lo a revelar informações que deveria […]
Artigo escrito por David Harley, membro do (ISC)2, organização internacional focada em certificações de Segurança da Informação. Clique para ler artigo original. Existem duas principais lições a aprender a partir do Flame. Uma delas é que quando um malware de dimensão política que parece acionar o botão “guerra cibernética” é descoberto, algumas empresas de segurança […]
Post do TI INSIDE Online, publicado em 31 de julho de 2012. Clique para acessar o post original. O desafio das empresas e operadores de infraestruturas críticas e do setor energético no mundo é proteger de forma eficaz seus sistemas de controle dentro das áreas técnica e de governança em um ambiente ativo e capaz […]
Post do portal IT Web Globalmente, cerca de um milhão de pessoas são afetadas diariamente por ataques. Veja riscos e oportunidades O Brasil registra anualmente um prejuízo de R$ 40 bilhões com crimes cibernéticos. Segundo dados da F-Secure, o país sofreu com 400 mil ataques em 2011, 300% a mais do que em 2010. Em 2012, […]
Milhares de organizações em todo o mundo contam com os autenticadores RSA SecurID para proteger suas redes e consideram-nos uma medida de segurança vital. Mas uma equipe de especialistas do Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação (Inria), da França, discorda: foram necessários apenas 13 minutos para que o dispositivo fosse “quebrado”. No relatório […]